terça-feira, 12 de maio de 2026

NO MERCY - "WHERE DO YOU GO": 30º ANIVERSÁRIO!!

 NO MERCY —  A BOYBAND COM TOQUE LATINO QUE LANÇOU O HÍT "WHERE DO YOU GO" HÁ 30 ANOS!

No Mercy teve o seu auge entre 1995 e 1998

O No Mercy foi uma boyband de dance/pop que fez sucesso aqui no Brasil antes dos Backstreet Boys, embora estes já fossem bem conhecidos na Europa, principalmente na Alemanha. 

Criado e produzido em 1995 pelo produtor Frank Farian (sim, o mesmo cara por trás de La Bouche, Boney M e Milli Vanilli), o No Mercy era formado por Marty Cintron e os irmãos gêmeos Ariel e Gabriel Hernández, e apesar da origem latina, o grupo era de Miami e misturava Eurodance, Pop e sons latinos, destacando-se em uma época de grande apelo espanhol na Dance Music.

Aqui no Brasil, o boom da "latinidad" aconteceu por volta de 1995 com o estouro do Los Del Rio e sua faixa esmagadora "Macarena", então na sequência recebemos diversos singles de outros expoentes da América Latina, como El Simbolo, Shakira, Thalia, Angelina, Lina Santiago, Fey, Rebeca, Ricky Martin, Rochelle, e claro, também o No Mercy entre esta enxurrada de artistas hermanos.


Os irmãos gêmeos Ariel e Gabriel se juntaram com Marty Cintron e lançaram alguns singles bem sucedidos na Dance/Pop


Foi no início de 1997 que o grupo teve o seu auge aqui no Brasil, embora eles já tivessem lançado em 1995 o seu primeiro single - "Missing", que é um cover do mega fenômeno do duo Everything But the Girl

Martyn Cintron relembrou deste seu início na boyband com esse primeiro single: "Essa foi a primeira música lançada pelo No Mercy. Eu conheci Frank Farian em Miami Beach e conversamos sobre formar um projeto. Ele teve a ideia de usar 'Missing' como a primeira música do grupo, e essa foi mais uma daquelas músicas cativantes que tocam até hoje nas rádios do mundo todo. Gravamos também dois videoclipes para essa mesma música. O primeiro vídeo de 'Missing' foi gravado em um estúdio na Áustria. O que as pessoas não sabem é que trabalhamos com a banda EBTG para criar uma versão masculina dessa música. Foi o nosso primeiro lançamento na Alemanha e fico surpreso que ainda é tocada!".

Na onda ainda de EBTG e sua "Missing", o grupo resolveu usar as mesmas batidas de Todd Terry para criar o seu segundo single — "Where Do You Go", um cover agora do alemão La Bouche e sendo um trabalho lançado oficialmente no dia 13 de maio de 1996... ou seja, há 30 anos!


No Mercy e La Bouche: A Era de Ouro da Dance-Pop Mundial

Nesse período, o projeto Nell estava estouradaço com a maravilhosa "Better Life", o Datura agradando geral com o hit "Voo Doo Believe", a Dama executadíssima com "Beautiful Ones" e a baixinha Alexia reinando nas paradas com a envolvente "Number One". 

O que "Where Do You Go" tem em comum com todas estas tracks?? Todas elas também tinham estas batidas do EBTG sampleadas, então, não demorou muito para que as rádios brasileiras começassem a tocar "Where Do You Go" neste "bolo". Aliás, eu acho que essa canção combinou muito melhor na interpretação dos três garotos que na faixa original gravada na voz da Melanie Thornton

Para ser mais preciso, até o produtor Frank Farian percebeu que, no vocal de Marty Cintron a música funcionava melhor, então ele teve essa grande ideia… ele simplesmente optou que o No Mercy deveria trabalhar comercialmente com “Where Do You Go”, mesmo a faixa já tendo sido inclusa no álbum "Sweet Dreams" do La Bouche.


Frank Farian desistiu de promover o single de "Where Do You Go" com o La Bouche

É interessante isso, pois "Where Do You Go" tinha sido projetada inicialmente para o La Bouche, no entanto, Frank Farian percebeu (embora tarde) o melhor a ser feito. Então, num impulso certeiro, o controverso músico escolheu não lançá-la mais como um single do La Bouche e nem encomendou um videoclipe com a dupla Melanie Thornton e Lane McCray. Mr Farian — que era o autor de "Where Do You Go" e empresário dos dois projetos — promoveu a música com o trio masculino, e que acabaram por fazer um excelente trabalho.

Algo parecido já havia acontecido com o Le Click em 1994, projeto que estourou com a faixa "Tonight Is The Night", mas, como a vocalista era a mesma, os produtores resolveram incluir o hit na compilação do La Bouche - "All Mixed Up" (BMG). Estratégias de mercado, como chamamos.

"Where Do You Go" tocou muito nos clubs e FM's na sua versão original em inglês, mas também foi disponibilizada uma versão em espanhol, afinal, era o momento em que os latinos estavam dominando o mundo! 

Marty Cintron avaliou a popularidade deste seu hit de 1996: "Ainda não sei por que essa música fez tanto sucesso no mundo todo, tanto em espanhol quanto em inglês, mas não estou reclamando! É a música mais pedida para tocarmos e é incrível ver a reação das pessoas quando a apresentamos. O vídeo foi gravado em South Beach, Miami Beach, Flórida, e nos divertimos muito durante as filmagens!"

Quanto a música mais lenta, "When I Die", Marty Cintron disse: "Essa foi uma das melhores baladas que já gravamos. A letra foi escrita por uma das compositoras mais famosas do mundo, Dianne Warren. O videoclipe foi gravado em Veneza, na Itália. Foi eleita também como a música do ano na Europa anos atrás, e a versão em espanhol se chama 'Cuando Muera'. Sempre dedico essa música a todos que perderam um amigo ou um familiar. É mais uma daquelas músicas que a gente ouve no rádio de vez em quando, sendo também outra das minhas favoritas. Sinto-me muito sortudo por ter participado da sua criação".


ÁLBUM NO MERCY - "MY PROMISE"

No Mercy com Lionel Richie

O álbum de estreia do No Mercy tornou-se um sucesso mundial, especialmente na Europa e na América Latina. Nele contem o primeiro single já mencionado "Missing", além de "Where Do You Go" e "When I Die", que foram respectivamente o 2º e 3º singles do No Mercy (todos lançados em 1996).

Em 1997 eles lançaram o quarto single "Please Don't Go",  que acerta em todos os pontos mais uma vez, alternando entre a alegria e a melancolia com uma facilidade encantadora, além de estar repleto daquela batida luxuosa de Todd Terry (novamente!). Vale lembrar ainda que não se trata de um cover do KC The Sunshine Band, pois, como a boyband estava sempre envolvida com regravações, é fácil fazer essa relação com o clássico que já foi regravado por Double You.

"Please Don't Go" foi escrita originalmente por Marty Cintron/Frank Farian e teve uma boa passagem pelos charts brasileiros —  sucesso que garantiu uma visita do trio ao Brasil no primeiro semestre daquele ano, e ainda se apresentaram no programa Domingo Legal, onde a Shakira e o Ricky Martin também haviam brilhado em domingos anteriores.

É bom ressaltar ainda que este primeiro álbum do No Mercy foi lançado em 21 de outubro de 1996 e está prestes a completar 30 anos de aniversário. Na maioria dos países, o tal disco foi distribuído com o título "My Promise" (incluindo o Brasil), mas nos EUA os produtores resolveram lançá-lo em 29 de outubro de 1996 com o título homônimo: "No Mercy".


Encontro de gigantes: Backstreet Boys e No Mercy. Os Backstreet Boys começaram a ficar conhecidos no Brasil no segundo semestre de 1997, com o hit “Everybody”, diferente do No Mercy, que já tinha um fã clube formado desde o início daquele ano e com duas músicas nas paradas brasileiras.

Na Austrália o disco "My Promise" foi muito bem recebido pelo público, gerando certificação de platina dupla. O top 5 também foi alcançado em países como Áustria, Bélgica, Holanda e Suíça com os dois singles "Where Do You Go" e "When I Die". Em seguida foi a vez do single "Please Don't Go", que entrou no top 5 na Áustria e no Reino Unido.

O trio ainda lançou uma versão retrabalhada de uma música da banda Exile, de 1978, "Kiss You All Over", que obteve um sucesso menor nas paradas, mas ainda assim conseguiu entrar no top 20 na Áustria, Holanda e Reino Unido.


FIM DO AUGE DO NO MERCY E SEUS ÚLTIMOS LANÇAMENTOS 

No Mercy veio ao Brasil em 1997 e se apresentou no Domingo Legal ao comando de Gugu Liberato, no momento de maior sucesso que tiveram no país

O segundo álbum do No Mercy, "More", foi lançado na Alemanha em 12 de outubro de 1998 e incluiu singles como "Hello How Are You", "More than a Feeling" (originalmente gravada por Boston) e "Tu Amor" (originalmente de Jon B.). Embora "More" não tenha alcançado o mesmo sucesso que seu antecessor, ainda assim obteve um bom resultado na Alemanha, Suíça e Áustria, chegando ao 7º, 9º e 9º lugar, respectivamente. Aqui no Brasil este álbum foi lançado nas lojas, mas não chamou tanto a atenção do público, DJs e programadores de rádios.

Em 1998, aqui no Brasil só estava dando Backstreet Boys, NSync e Hanson nas paradas. Mas..., mesmo assim eles conseguiram um espaço com "Baby Come Back", faixa pop romântica que entrou para a trilha sonora da novela "Meu Bem Querer". Bom, isso já está ficando um pouco repetitivo, mas, se trata de mais uma regravação feita pelo No Mercy, e a "vítima da vez" foi a banda americana The Player, no entanto podemos dizer que agradou bastante e virou uma ótima versão pop! 


"Baby Come Back" só teve divulgação no Brasil

Uma curiosidade, é que "Baby Come Back" só fez sucesso aqui em solo brasileiro, e tudo graças aos responsáveis pelas trilhas sonoras das novelas da TV Globo. A música em questão entrou em milhares de lares de brasileiros através da produção "Meu Bem Querer", então a gravadora BMG Brasil resolveu lançar o CD single da tal canção aqui no país do carnaval. Detalhe: Aparentemente, somente o Brasil recebeu oficialmente este single.

Em 2002 o No Mercy fez ainda um cover para a clássica do Santa Esmeralda - "Don't Let Me Be Misunderstood", mas que não foi bem nas paradas. Recapitulando: essa é mais uma versão que eles fizeram de um outro artista, meio que frustrando os fãs que queriam ouvir algo mais original e pessoal deles. Neste momento, foi inevitável não se lembrar que o No Mercy surgiu no cenário com o cover do EBTG, e que depois partiram para outros covers do La Bouche, Exile, Jon B... e assim por diante, fazendo com que perdessem um pouco de sua credibilidade como artistas originais perante ao seu público e aos críticos — sempre de prontidão. 

Depois disso, pouco se ouviu falar na boyband. Mas, adivinha quem retorna em 2007? Sim, os meninos do No Mercy! Eles voltaram com um novo álbum intitulado de "Day By Day", por uma gravadora nova e apenas em formato digital. 

Não preciso nem dizer que este trabalho passou totalmente despercebido pelos brasileiros, né? 

Simplesmente estávamos vivendo em uma outra realidade, em um outro momento da música, inclusive já tinha passado a febre das boybands fazia tempo (nenhuma estava fazendo sucesso nesse período), a fase do Vocal Trance também já tinha ido embora há alguns anos, sendo que, o que fazia sucesso nas pistas de dança nessa época era o Eletro, e nas FMs era o gênero R&B.


Marty Cintron em 2020

Até alguns anos atrás, o guitarrista e vocalista Marty Cintron estava se apresentando na Europa sob o nome No Mercy e demonstrava o mesmo ímpeto e talento nos palcos, porém, faz basicamente seis anos que não temos vestígios deste artista. Suas redes sociais estão totalmente desatualizadas, dando a entender que a marca No Mercy foi desativada temporariamente.

Embora não tenham mantido uma fama massiva e duradoura como alguns artistas pop da época (Shakira e Ricky Martin), o No Mercy conquistou um nicho memorável com sua mistura de dance, letras românticas, ritmo e a produção inconfundível dos anos 90.

quarta-feira, 6 de maio de 2026

ALEXIA - "SUMMER IS CRAZY" 30º ANNIVERSARY

CANTORA ALEXIA LANÇOU "SUMMER IS CRAZY" HÁ 30 ANOS!
O verão é louco, La la la la


No outono europeu de 1996 a cantora Alexia e seu produtor Robyx lançaram o clássico da Eurodance - "Summer Is Crazy", pensando nos resultados que a música poderia alcançar no verão que se aproximava. O single foi lançado originalmente em 6 de maio de 1996, ou seja: Hoje celebramos o seu 30º aniversário!!!

Foi também o segundo single da carreira solo de Alexia e, posteriormente, fez parte de seu álbum de estreia, "Fan Club", lançado em 1997.

A música foi um enorme sucesso, chegando ao primeiro lugar nas paradas da Itália e alcançando o Top 5 em países como Finlândia e Espanha.

A letra de "Summer Is Crazy" foi escrita pela Alexia e a sua produção ficou a cargo do mago Roberto Zanetti (o Robyx), sob o selo DWA Records

Lembrando que a cantora da música merece também os seus créditos, pois você consegue imaginar a Eurodance sem seus cantores e compositores? 

Parabéns Alexia!

domingo, 3 de maio de 2026

ENTREVISTA MARIA RUBIA (FRAGMA) 2001

ENTREVISTA DE 2001 

REVISTA OK! - MARIA RUBIA



Tradução: Rikardo Rocha


Como você conheceu o Fragma

MARIA RUBIA: Eles ouviram minha demo e me perguntaram se eu poderia participar da música deles. Foi ótimo porque eu queria conhecê-los e teria sido uma bobagem recusar. No começo foi meio intimidante, mas logo nos tornamos amigos e eu estava fazendo chá e dando bronca neles por não terem guardado o leite na geladeira!


Há tanta gente tentando entrar na indústria da música. Você se sente com sorte por ter conseguido? 

MARIA RUBIA: Não. Sorte não é a palavra. Meus pais e meus amigos podem confirmar: assim que eu acordava, já estava ligando para as gravadoras. Comecei aos 18 anos, tocando campainhas e ligando para todo mundo. Gastei meu último centavo para vir a Londres de trem. Eu estava determinada.


Foi difícil chamar a atenção das pessoas? 

MARIA RUBIA: Comecei fazendo alguns trabalhos como modelo na escola e, depois de três anos, acabei com um monte de contatos. Me ofereceram um contrato com uma gravadora se eu fingisse tocar guitarra e eu pensei: 'Vocês estão brincando comigo?' Tem muita criança por aí que toca guitarra de verdade.


Ouvi dizer que você recusou um filme do Terry Gilliam... 

MARIA RUBIA: Eu tinha 15 anos e estava fazendo meus exames do GCSE (exames nacionais do Reino Unido). Comecei a fazer trabalhos como modelo. Comprei muitas roupas e saí para muitas festas. Tudo deslanchou e o telefone não parava de tocar. Aí meus pais disseram: "Não, você tem que priorizar seus estudos. No fim das contas, se não der certo para você, pelo menos você consegue um bom emprego."


Conte-nos um pouco sobre seu primeiro single solo... 

MARIA RUBIA: Chama-se "Say It" e eu o escrevi há alguns meses. Meu produtor fez a música. É basicamente sobre uma garota que gosta de um cara, mas ela é muito tímida em relação a isso. Mas não é uma balada romântica. Quando faço meus shows ao vivo, todo mundo dança ao som dela. Os seguranças cantam junto e depois dizem: "Por que estamos cantando essa música? Nem a conhecemos!"


Você co-escreveu essa música? 

MARIA RUBIA: Eu tinha "Say It" na cabeça, mas não sei tocar nenhum instrumento. Gravei minha voz em uma fita e entreguei para o meu produtor, que já sabia como eu queria que a faixa soasse antes mesmo de eu dizer a ele - e ele criou a música três dias depois. Levou 15 minutos para gravar a versão final. Às vezes acontece assim.


Fale-me sobre o álbum... (Esse álbum não chegou a ser lançado)

MARIA RUBIA: Espero que seja lançado neste verão. O seu sabor é misto, como um tutti-frutti. Tem uma balada, um pouco de R&B, garage/dance. Acho importante ter variedade, porque quando você ouve alguns álbuns, eles começam a soar iguais. Muitas bandas, quando descobrem que uma fórmula funciona, lançam todas as faixas da mesma maneira.


Você fica nervosa quando faz trabalhos solo? 

MARIA RUBIA: Fiquei nervosa na semana passada na minha primeira premiação, porque havia muitas celebridades e elas são as mais críticas. Mas o Suggs, do Madness, foi muito gentil comigo. Ele disse: "Muito bem, cara, você se saiu muito bem".


Que tipo de música você curte? 

MARIA RUBIA: Vários estilos. Eu ouço Destiny's Child, Coldplay, Feeder, e também gosto de Andrea Bocelli. Espero um dia gravar uma música com ele, pois eu acho que ele é um cara muito legal. Eu o conheci em Maiorca. Eu estava em um restaurante comendo lagosta, mas estava cozida. Andrea estava na mesa ao lado. Como eu falo francês fluentemente, ele conseguiu me entender e tentou me ajudar. No fim, tudo correu bem e acabamos conversando sobre gravar uma música juntos. 


O que você faz no seu tempo livre? 

MARIA RUBIA: Eu adoro festas de celebridades e, como sou solteira, tenho uma boa desculpa para sair e festejar. Também gosto de sair e fazer compras. Adoro nadar, andar de jet ski e mergulhar.


Você se preocupa muito com moda? 

MARIA RUBIA: Compro roupas em brechós, na TopShop, na Morgan e também algumas peças caras. Não me importo muito com frescuras e mimos, mas tenho meu próprio estilo. Sou mais do tipo que usa jeans e blusas estilosas. 

Você já recebeu algum conselho de celebridades? 

MARIA RUBIA: Pergunto à Gail Porter sobre roupas para sair e o que vestir. Conversamos sobre essas coisas com a Celena, do Honeyz. É preciso ouvir quem já passou por isso.


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Para mim, o projeto Fragma foi um dos melhores projetos de Vocal Trance da história, e apesar de apreciar cada single lançado, a faixa "Everytime You Need Me" é a minha favorita deles. Marcou uma época incrível da minha vida e tem uma estrutura harmoniosa que acho magnífica. 

O meu irmão, que não pegou essa fase do Vocal Trance, ouviu essa música tocando no meu celular e me perguntou quem cantava, pois ele também se impressionou com a melodia, com os vocais e com toda a sonoridade envolvente do hit. É aquela coisa, passam-se anos, mas a qualidade continua, algo realmente A-TEM-PO-RAL!

Para ler mais sobre a vocalista Maria Rubia e o seu retorno ao estúdio com o Fragma, 25 anos depois, clique no link abaixo:

https://rikardomusic.blogspot.com/2026/05/maria-rubia-do-hit-everytime-you-need.html